Decifra a ti mesmo ou devoro-te

Auto-conhecimento é a base para o homem manter-se integrado.

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Terra Blog

Categoria: Terapias Energéticas

24.06.09

Psicossomática

Psicossomática - a sincronicidade entre alma e corpo. Trechos do Livro a Doença como Símbolo - e A Doença como Linguagem da Alma -
O CORPO é o palco de acontecimentos desconhecidos da alma. A doença é o GRITO da alma agredida. No corpo somatiza-se a nossa tarefa de crescimento e aprendizado. Descobrir a causa primeira é essencial para a convalecença e para a cura. O médico deve analisar o ambiente do paciente para diagnosticar a doença.O paciente deve assumir a responsabilidade pela sua condição para facilitar o trabalho do médico. Devem pensar, sentir e trabalharem em conjunto para que venha a cura. Todos devem descobrir o seu médico "interior" para que se detecte logo o problema e busque-se a solução, até preventivamente. A doença envolve sombra- o que quase sempre - não se quer ver.O sentimento de culpa faz as pessoas ficarem doentes, por isso, a cura, se dará através da conscientização de que não existe culpa, essa é uma imposição da igreja (construida pelos homens) que "vende" a culpa/castigo., impingindo culpa a igreja adquiriu poder, e isso foi internalizado no homem (ocidental) ao longo dos séculos e ele passou a "projetar a culpa" em si, e uns nos outros.Essa necessidade de culpa - enraizada - afeta nossa vida social e contato com as pessoas. Procura-se por toda parte atribuir culpa a alguém tornando a vida difícil e produzindo, ainda, uma culpa a mais, o que vira comércio da culpa que floresce desde a política até os relacionamentos.
Para além de qualquer culpa o que nos cabe é nos desvencilharmos de culpa e assumirmos a responsabilidade de nos desenvolvermos voltando-nos para a Unidade. Quando desistimos desta busca nos deparamos com a doença, pois aí, ficamos irresponsáveis,precisando de cuidados maternais. Nos sentimos fracassados na busca pela Unidade e usamos com álibi, socialmente aceitável, a doença, e só conseguimos a cura, se fizermos o retorno(como a mandala mostra, precisamos voltar ao centro).
E , apesar de tudo isso, ainda nos deparamos com o destino e com a morte. Temos que aprender a superar nosso modelo valorativo ocidental que culmina na atitude de associar a vida ao que é bom e a morte ao que é ruim, nada indica que uma vida seja tanto melhor quanto mais longa for. Se a vida aqui na Terra é uma escola, nada indica que ficar mais tempo na escola tenha a ver com o padrão de excelência. Permanece-se pelo tempo que for necessário e enquanto houver algo para aprender.
O corpo é o nosso mais honesto terapeuta, que nos acompanha passo a passo na vida e registra nossos tropeços e decuidos, com precisão, o que nos falta é dele que podemos extrair e se aprendemos a questioná-lo, ele nos comunica o modo como podemos ajudá-lo para nos tornarmos saudáveis. A palavra pecar em hebraico significa - perder o ponto (hamartanein), isso quer dizer, tudo que se distancia do caminho do meio, é perda do ponto, o ponto está no meio, o que não está no ponto é pecado(erro). Cristo nos indicou a abolição do pecado, então não restará um só erro, mas tão somento erros relativos. A maior parte dos temas do corpo estão relacionados com a alma, toda pessoa é convidada a distinguir por si mesma o que "no seu caso" as sombras encobrem e manifestam como doença. As vezes é mais fácil ver um cisco no olho do próximo do que uma trave em nosso próprio olho, para nosso próprio desenvolvimento é preciso e decisivo que cada trave e cada cisco consigamos extrair.
A doença é a oportunuidade de nos perguntarmos o que nos falta, encontrar o erro, para integrá-lo à alma, esse é o caminho para a cura. Não há cura através da noradrenalina e da cortisona pois não se chegou à raiz do problema, combate-se os sintomas, mas a causa está lá, e o combate, as vezes, reduz a possibilidade de cura. Quando alguém tem medo, usa alopatia, oposta ao medo, e com isso pretenderá curar-se, aí, é necessário adentrar a Unidade. Quando desistimos desta busca nos deparamos com a doença, pois aí, ficamos irresponsáveis,precisando de cuidados maternais. Nos sentimos fracassados na busca pela Unidade e usamos com álibi, socialmente aceitável, a doença, e só conseguimos a cura, se fizermos o retorno(como a mandala mostra, precisamos voltar ao centro).
E , apesar de tudo isso, ainda nos deparamos com o destino e com a morte. Temos que aprender a superar nosso modelo valorativo ocidental que culmina na atitude de associar a vida ao que é bom e a morte ao que é ruim, nada indica que uma vida seja tanto melhor quanto mais longa for. Se a vida aqui na Terra é uma escola, nada indica que ficar mais tempo na escola tenha a ver com o padrão de excelência. Permanece-se pelo tempo que for necessário e enquanto houver algo para aprender.
O corpo é o nosso mais honesto terapeuta, que nos acompanha passo a passo na vida e registra nossos tropeços e decuidos, com precisão, o que nos falta é dele que podemos extrair e se aprendemos a questioná-lo, ele nos comunica o modo como podemos ajudá-lo para nos tornarmos saudáveis. A palavra pecar em hebraico significa - perder o ponto (hamartanein), isso quer dizer, tudo que se distancia do caminho do meio, é perda do ponto, o ponto está no meio, o que não está no ponto é pecado(erro). Cristo nos indicou a abolição do pecado, então não restará um só erro, mas tão somento erros relativos. A maior parte dos temas do corpo estão relacionados com a alma, toda pessoa é convidada a distinguir por si mesma o que "no seu caso" as sombras encobrem e manifestam como doença. As vezes é mais fácil ver um cisco no olho do próximo do que uma trave em nosso próprio olho, para nosso próprio desenvolvimento é preciso e decisivo que cada trave e cada cisco consigamos extrair.
A doença é a oportunuidade de nos perguntarmos o que nos falta, encontrar o erro, para integrá-lo à alma, esse é o caminho para a cura. Não há cura através da noradrenalina e da cortisona pois não se chegou à raiz do problema, combate-se os sintomas, mas a causa está lá, e o combate, as vezes, reduz a possibilidade de cura. Quando alguém tem medo, usa alopatia, oposta ao medo, e com isso pretenderá curar-se, aí, é necessário adentrar a estreiteza do medo. Para curar a raiz a via homeopática é indicada, para que a pessoa "envolva-se" com o mal que padece, porém, se a situação for demais ameaçadora poderá não prescindir da ajuda da medicina tradicional, inclusive a intervenção cirúrgica, mas, sempre observanso-se que tudo é para aprendizado. O desiquilíbrio do corpo é a busca pelo centro da mandala, o caminho do meio, a busca pelo "novo" equilíbrio que o próprio corpo/alma pedem. O caminho mais rápido é a alopatia, o mais lento a homeopatia, que , inclusive, em um primeiro momento poderá agravar a doença, mas ela trará movimento para o próprio corpo, para fora, exigindo "continuidade" no tratamento e a "tomada de consciência" em relação aos sintomas que deram causa a doença. Nos pratos da balança da vida, corpo e alma tem peso semelhante, quando não dominamos uma emoção o corpo entra como substituto e o faz do seu modo (corporal ).
O "restabelecimento" se dará quando se buscar o entendimento sobre o "sintoma" emocional que gerou a doença, ao contrário de socorrer o corpo com tropas estranhas (anti-bióticos), o que precisamos não é de uma "medicina alternativa", mas que os dois campos (alopático e homeopático) encontrem-se e utlizem os métodos para curar as doenças e manter a saúde, muitos remédios alopáticos provêm da natureza (digitalina - coração - extraída das folhas da dedaleira - penicilina - fungos )- esses remédios se usados por longo tempo também provocam efeitos colaterais. Se a consciência "deixa" um órgão, a estrutura abandonada adoence, mesmo quando isso não for intencional, mas essa parte do corpo não está morta, o desiquilíbrio provém de uma parte (emoção) perturbada. Nossas universidades abandonaram a análise do "todo", e a palavra "psicossomática" (corpo/alma) representa a separação destes aspectos quando deveriam ser o Todo, quem se alça a pretensão de cuidar dos dois é rejeitado com frequência. Os critérios para a cura, a crença na cura em si mesma ocorrerá se compreendermos a mensagem de um sintoma, poderemos assim torná-lo supérfluo e fazê-lo desaparecer compreendendo o sentido do sofrimento por trás deste sintoma. Entendimento e aceitação são sempre profícuos. A doença deve ser compreendida "inteiramente" como "caminho".

26.04.09

FitoHormônios

No início do século passado, mal se podia imaginar que as mulheres conquistariam tanto espaço na sociedade. Houve a revolução das feministas, o aumento explosivo da presença feminina no mercado de trabalho, o direito à escolha dos métodos anticoncepcionais e muito, muito mais! No entanto, continuamos a sentir as dores do parto, das cólicas menstruais e os efeitos colaterais da reposição hormonal por ocasião da menopausa.

Para minimizar este último incoveniente, já existe a alternativa natural dos fitohormônios, uma forma natural de fazer reposição hormonal. Eles fogem dos efeitos ruins dos hormônios de laboratório: mama dolorida, pele ressecada, queda de cabelo, inchaço, dor de cabeça, sangramento intenso. Há risco até de câncer de mama, como concluiu um estudo recente na Universidade de Harvard, nos EUA.

Os fitohormônios, por serem extraídos de plantas, seriam capazes, em teoria, de repor o estrogênio e a progesterona no corpo causando menos estragos. Mas alguns especialistas rejeitam seu uso. Para eles, ainda há poucos estudos que provem que os hormônios naturais realmente funcionam.

Muitas abandonam os hormônios sintéticos em poucos meses
O tratamento é feito com hormônios extraídos de vegetais como a soja, o Dong Quai, o Wild Yam e o Black Cohosh. Segundo a nutróloga Jane Corona, especialista em hormônios naturais, a grande vantagem deles é que não se acumulam no organismo. Já os sintéticos ficam acumulados, porque o fígado tem dificuldade de metabolizá-los. Esse acúmulo é que causaria os efeitos desagradáveis, levando muitas mulheres a abandonar a terapia logo no início.

“O excesso de hormônio provoca tanto desconforto quanto a ausência dele”, afirma a médica. “Às vezes a mulher prefere o desconforto da menopausa ao desconforto da reposição hormonal”.

Qual é o mais parecido com o do corpo?
Mas há quem não recomende o tratamento, como o endocrinologista Ricardo Meirelles, especialista em reposição hormonal. “Por que usar um produto desconhecido, se os hormônios sintéticos são iguais aos produzidos pelo corpo da mulher?”, questiona. Segundo o médico, ainda não se conhecem todos os efeitos dos fitohormônios, enquanto a ação dos hormônios sintéticos já foi toda desvendada. Ele afirma que os efeitos colaterais variam de mulher para mulher e são uma reação normal do organismo.

Para Jane Corona, no entanto, os hormônios naturais é que são mais parecidos com os produzidos pelo corpo. “Os laboratórios não podem patentear substâncias produzidas pela natureza. Por isso, eles as modificam”, argumenta.

Ela afirma que os hormônios sintéticos atuam nos receptores alfa de estrogênio, que são proliferativos, ou seja, podem gerar tumores. Já os hormônios naturais atuam nos receptores beta, que não têm esse efeito.

Controle da qualidade é fundamental
Mas, na opinião do Dr. Ricardo Meirelles, há outros pontos negativos nos hormônios naturais. Ele destaca que não é possível medir sua dosagem no sangue, e que os produtos sofrem influência do solo e do clima, o que pode alterar suas propriedades. O colega Amélio Godoy de Matos acrescenta ainda que a quantidade de hormônio nas plantas é muito pequena para fazer efeito.

Realmente o risco da baixa qualidade existe, pondera a farmacêutica Claudia Souza, da farmácia de manipulação Officilab. O consumidor deve prestar atenção. Segundo ela, para fazer efeito, os fitohormônios devem ser extraídos da maneira certa e conter a quantidade exata de princípio ativo. “Deve-se sempre verificar se o produto é de boa procedência”, indica. Os fitohormônios existentes no mercado, hoje, são todos importados, pois ainda não há produção no Brasil.

Japonesas não sofrem na menopausa
O tema é mesmo polêmico, mas um fato curioso é que as japonesas, que comem muita soja (uma das principais fontes de fitohormônios), não sentem nenhum desconforto durante a menopausa. “Elas não têm ondas de calor, nem ressecamento vaginal. Além disso, os japoneses são o povo com o mais baixo índice de osteoporose, doenças cardiovasculares e câncer nos órgãos sexuais”, afirma a Dra. Jane Corona.

Claudia Souza acrescenta que, quando as japonesas vêm para o Ocidente, passam a ter todos esses problemas. O que nos faz imaginar que sofrer na menopausa não é um "castigo" pelo qual toda mulher tem que passar, e sim o preço que pagamos por uma alimentação sem equilíbrio. "Porém, para obter o benefício da soja através da alimentação seria necessário ingerir 100 gramas todos os dias, e isso não é hábito do brasileiro", diz Claudia.

"Hormônios inteligentes"
Para a ginecologista Célia Regina da Silva, o maior diferencial dos fitohormônios é que podem ser usados por pessoas impedidas de fazer a reposição hormonal clássica. Isso inclui quem tem câncer, tromboembolismo (coágulos que bloqueiam veias ou artérias) e doenças do fígado.

Outra diferença dos hormônios naturais é que também podem ser usados contra a Tensão Pré-Menstrual. “Ajudam ainda a controlar disfunções hormonais em geral, pois abaixam o nível de hormônios quando ele está muito alto, e o aumentam quando está muito baixo”, explica a Dra. Célia. “É por isso que são chamados de hormônios inteligentes”.

Conheça os principais fitohormônios:
Para cada sintoma da menopausa existe um tipo de fitohormônio mais adequado. Isso porque uns estimulam a produção de progesterona, outros de estrogênio. A indicação deve ser feita por um médico, que vai avaliar qual hormônio a paciente precisa repor. Às vezes, dois ou mais tipos podem ser combinados.

* Soja – Rica em genisteína, que previne câncer e problemas de fígado e vesícula, estimula a formação dos ossos, abaixa o colesterol e protege a parede dos vasos. É indicada para mulheres na menopausa que tenham osteoporose e hipertensão. É também o hormônio de escolha para mulheres com história de câncer na família ou que já se submeteram a mastectomia, já que a genisteína impede a proliferação de tumores.

* Vitex agnus castus – Tem um papel importante contra a depressão. É especialmente útil para mulheres na peri-menopausa, ou seja, no período que antecede a menopausa propriamente dita. Diminui a dor nos mamilos e melhora a libido. Ocupa os receptores de dopamina, o que deixa a mulher bem humorada.

* Black Cohosh (Cimicífuga racemosa) – É o fitohormônio mais estudado. É aprovado pelo Ministério da Saúde da Alemanha para tratar os sintomas de deficiência de estrogênio. Alivia os calores, a atrofia e o ressecamento vaginal, a palpitação e a ansiedade. Atua de modo semelhante ao estriol, um derivado do estrogênio responsável pela lubrificação da vagina.

* Semente de linhaça – Rica em lignana, composto que é convertido em estrogênio pelas bactérias no intestino.

* Licorice Root – O extrato dessa planta se chama ácido glicirrético e estimula a conversão natural de testosterona a estrogênio na glândula supra-renal. É uma fonte natural de estrogênio. Previne a formação de coágulos, comuns na menopausa. É usado na Europa e nos Estados Unidos também como antiinflamatório. Não deve ser usado por quem tem hipertensão.

* Wild Yam (inhame selvagem mexicano) – Tem um composto igual à progesterona produzida no corpo. Segundo a Dra. Jane Corona, foi a partir da diosgenina do inhame selvagem que os laboratórios desenvolveram a progesterona sintética, modificada. Indicado principalmente para osteoporose, pois a progesterona é o hormônio que aumenta a densidade óssea. Também diminui a retenção de líquidos. O Wild Yam não deve ser ingerido como comprimido, pois só se transforma em progesterona quando é absorvido pela pele ou debaixo da língua.

* Dong Quai – É a planta mais utilizada na medicina tradicional chinesa. Promove uma síntese de progesterona natural. É boa para aliviar a TPM porque relaxa a musculatura do útero, combatendo as cólicas.

17.11.08

Homeopatia e Consciência

 

Quando sofremos, nossa instância imaterial de existência (energia vital) é a primeira a se desequilibrar. Depois, esse desequilíbrio torna-se visível na psique e no corpo, através de nossas condutas, tendências, impulsos, medos, raivas, agressividades, depressão, doenças físicas e mentais. É inútil "deixar quieto" e "esquecer". Tudo fica registrado na mente, na energia e no corpo.

O tempo não cura o não resolvido!", disse-me um dia a velha mestra. Podemos jogar no inconsciente o que nos machucou e inferniza, mas a energia negativa desses sentimentos, emoções e vivências, rompe o bloqueio e se manifesta como doença, dor e estresse.

Precisamos nos tratar. No mental é preciso reconhecer amorosamente sem julgar; no emocional é preciso desabafar; na energia é preciso desbloquear. A cura do corpo é certa quando a verdadeira origem de sua enfermidade é tratada, por isso, não adianta só eliminar o sintoma.

Embora a homeopatia também possa se prestar a ser somente sintomática, há uma outra forma de homeopatia muito mais profunda e bela, que trata o indivíduo em todas as suas instâncias (material e imaterial), de uma forma integrada e dinâmica. Neste tipo de tratamento, não é incomum ver pessoas que, na busca da cura para seus males físicos, acabam revendo suas vidas e saindo bastante transformadas também do ponto de vista espiritual e emocional.

Porém, vivemos sob uma cultura de tratamento anestésica e imediatista, onde é a minoria das pessoas que busca uma cura profunda, pois esta pressupõe um processo, nem sempre agradável, de auto-conhecimento, e um trabalho, nem sempre fácil, de auto-burilamento. Esta minoria sabe que existem cápsulas e comprimidos para dores de cabeça, mas cápsulas para consciência - não existem.


Por
Dra. Marta Tornavoi de Carvalho
Médica Homeopata

Fontes de Energia

 

Nosso corpo físico necessita de certas substâncias para viver, alimentos que forneçam energia para que este continue trabalhando e executando suas funções adequadamente.

Que funções são essas?
. manter a vida;
. manter órgãos e vísceras em atividade constante;
. movimentos voluntários como : andar, abraçar, escrever;
. movimentos involuntários: respiração, batimento cardíaco, filtragem do sangue pelos rins, funcionamento dos intestinos;
funções sensoriais atuantes: olfato, audição, paladar, tato visão;
. manutenção da temperatura corporal;
e muitas outras.

Para que isso se aproxime do ideal, e possamos dizer: "Este ser humano é plenamente saudável" , dependemos de alguns itens básicos e fundamentais, diria até essenciais porque sem eles não haveria vida. São nossa Fontes de Energia.

A saber:

AR : precisamos respirar; não conseguimos viver mais do que 3 minutos sem oxigênio

ÁGUA : pois 60 a 70% do nosso corpo físico é composto de água, não conseguimos viver mais do que 7 dias sem ingerir esse líquido

CALOR : sol, é fonte necessária na metabolização de substâncias ingeridas através dos alimentos, além de ser fonte obrigatória para tornar o meio ambiente propício para a vida

ALIMENTOS :são os nutrientes diários ingeridos nas refeições e que são absorvidos pelo nosso corpo com a finalidade de manter todas as células vivas e trabalhando.

Por esses motivos, dizemos que quanto melhor a qualidade do ar, da água, dos alimentos e do cuidado com a camada de ozônio (que ajuda na filtragem do raios solares), permitiria-se ao corpo físico um melhor aproveitamento de sua vitalidade, favorecendo a saúde plena.
Mas nós não somos compostos só de matéria física, temos nossa energia mental e espiritual. Então quais seriam as fontes de energia mental e espiritual?

A principal fonte de energia espiritual é a nossa FÉ. Quando acreditamos em nós mesmos e no mundo que aí está, quando acreditamos que tudo que existe é originário de uma fonte geradora maior que tudo sabe, que tudo vê, que supre as necessidades na medida certa para cada um. Não importa o nome que se dá a essa fonte geradora maior, o que importa é que essa fonte está permanentemente nos auxiliando, nos fortalecendo e nos guiando para o caminho que viemos cumprir.

Nossa energia espiritual também é enriquecida pelo sentimento de PAZ. Aquela sensação que fizemos tudo que podíamos, demos o melhor de nós mesmos, a tarefa foi cumprida e estamos com a consciência tranqüila. Seja qual for o ato, foi realizado de coração aberto.

Outra forma nutridora dessa energia é o " Conheça-te a Ti Mesmo" , é o seu autoconhecimento. Aqui estão colocadas as suas qualidades, virtudes e desarranjos. Esse conhecimento rega seu espírito de tanta força e vitalidade, que a vida se apresenta como uma descoberta a cada dia, é a aventura de viver.

Já, para a nossa mente, que funciona 24 horas por dia sem descanso, precisamos ocupá-la constantemente com fatores diversos. Esses fatores são fornecidos pela leitura, aprendizado, aulas, experiências passadas, não somente o conhecimento técnico,mas o conhecimento diversificado e global. Nossa mente tem sede do saber 24 horas, então porque não saciá-la com ensinamentos? instrução? leitura? Além disso, nossa mente precisa de afeto. Como assim? Ela não é só racional, ela é intuitiva e sensível, portanto cabe a nós revitalizá-la com uma boa dose de auto-estima todos os dias. Gostando mais de você mesmo, você aumenta o seu nível de autoconfiança, confiando mais na sua capacidade, você se sentirá mais seguro, e a segurança pessoal é o fator chave para a prosperidade.

Desenvolva e aprimore suas fontes de energia, mantendo-as equilibradas, tornando-se mais saudável, pleno e integrante do universo. A execução de uma tarefa, de um projeto, de um trabalho, é a materialização do que você leu, sentiu, aprendeu e sonhou. É a colheita do fruto proveniente da semente plantada na mente.


Até a próxima, e SAÚDE À VIDA!!!


*Dra. Anna Helena Cobra Castelleti é Clínica Geral, Homeopata e estudiosa de Psicologia da Saúde, Medicina Oriental e Medicina Holística.

Meridianos

Meridianos são canais ou caminhos invisíveis que são percorridos pela energia no corpo.

Quando a energia fica bloqueada nesses canais, surgem desequilíbrios e a acupuntura procura sempre mobilizar a energia, fazendo-a circular dentro deles.

Existem 12 meridianos principais que estão associados à órgãos e vísceras, além de outros tipos de meridiano relacionados com outras funções.

Os meridianos possuem um trajeto interno e um trajeto externo.
O trajeto externo é utilizado pela acupuntura para estimulação dos pontos. O trajeto interno é a parte do meridiano que entra em contato com os órgãos e vísceras que lhe dão o nome (esse trajeto interno não se relaciona somente com o órgão que dá nome ao meridiano, mas também com outros órgão que o meridiano encontra internamente)


Por isso quando estimulamos um ponto na borda do dedo polegar e dizemos que estamos tratando os pulmões, é por que estamos estimulando a região externa do meridiano dos Pulmões que, ao entrar no organismo, se comunica diretamente com os pulmões "irrigando-o" com sua energia.

Os pontos de acupuntura são regiões especiais dentro desses trajetos (meridianos) que , quando estimulados , promovem uma ação especifica (aumento, dispersão, regulação da energia) dentro do canal.

Fica muito mais fácil compreender a dinâmica da energia dentro dos meridianos quando os comparamos à um sistema comunicante de canais de água.
Vamos considerar que a água representa a energia circulante nos meridianos.

Se a água se acumula em um canal e não se escoa, ela irá transbordar e inundar as proximidades do canal (essa situação representa um bloqueio de energia provocando o seu transbordamento do meridiano, fazendo com que apareça a dor em locais situados no trajeto do meridiano afetado).

Para resolver esse problemas temos que abrir comportas (atuar sobre pontos de acupuntura) e fazer escoar essa água, pois certamente em alguma outra região do sistema estará faltando a água que neste ponto transborda ( se houve um bloqueio, uma parte do canal está com muita energia e a outra parte não está recebendo o suficiente).
Assim promovermos o equilíbrio no sistema de canais.

Devemos manter sempre abertas as comportas do sistema de canais para que a água flua por eles e, assim não apareça um desnível de água (um desequilíbrio que, se não for resolvido à tempo, pode transbordar dos canais, gerando algo mais sério e de difícil solução, isto é, uma doença).

Sende assim é melhor nos prevenirmos com sessões periódicas ao acupunturista (para mantermos as comportas abertas, sem bloquear o fluxo d'água), do que procurarmos o acupunturista na hora do alagamento...